Carlos Bolsonaro afirma que pai esteve perto da morte e critica prisão de ex-presidente

Carlos Bolsonaro visita pai na UTI e detalha risco de vida após broncopneumonia Carlos Bolsonaro visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro, internado na UTI do hospital DF Star em Brasília, e compartilhou detalhes sobre o estado de saúde do pai. Bolsonaro está hospitalizado há três dias devido a uma broncopneumonia bacteriana bilateral, apresentando um quadro que, […]

Carlos Bolsonaro visita pai na UTI e detalha risco de vida após broncopneumonia

Carlos Bolsonaro visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro, internado na UTI do hospital DF Star em Brasília, e compartilhou detalhes sobre o estado de saúde do pai. Bolsonaro está hospitalizado há três dias devido a uma broncopneumonia bacteriana bilateral, apresentando um quadro que, segundo o filho, esteve a poucas horas de ser fatal antes do atendimento médico adequado.

Em declarações após a visita, Carlos relatou que Jair Bolsonaro se encontra “inchado” devido ao uso de antibióticos e “naturalmente irritado” com a situação. Ele descreveu um inchaço visível no corpo do ex-presidente, atribuindo também ao estado emocional a tensão característica do momento. A gravidade da condição foi enfatizada por Carlos, que citou a avaliação médica:

“Conversei com os médicos, que foram muito claros: mais uma ou duas horas no estado em que ele se encontrava e, muito provavelmente, a morte teria ocorrido”, afirmou, associando este risco ao que considera serem as intenções de adversários políticos.

Defesa de transferência para prisão domiciliar e críticas ao sistema judicial

Carlos Bolsonaro reiterou seu pedido pela transferência do pai para a prisão domiciliar, argumentando que tal medida seria essencial para a “preservação da sua vida”. Ele expressou lamento pelo fato de Bolsonaro, a quem descreveu como “um homem que jamais desviou um centavo dos cofres públicos”, permanecer detido enquanto, segundo ele, “criminosos estariam soltos e dando ordens no país”.

O último boletim médico divulgado na manhã de domingo indicou uma evolução clínica positiva, com melhora na função renal. No entanto, os marcadores inflamatórios no sangue apresentaram nova elevação, o que levou ao aumento da medicação antibiótica. Jair Bolsonaro continua sob suporte clínico intensivo, com fisioterapia respiratória e motora intensificada, e ainda não há previsão de alta da unidade de terapia intensiva.

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